02 setembro 2010

UMA INTERPRETAÇÃO DO CLÁSSICO "O PEQUENO PRÍNCIPE"


A professora Emília Marques trabalhou com os alunos do 7º A e B da U. E. Profª "Teresinha Bastos" no mês de agosto/2010 esta encantadora obra, por isso reli e procurei buscar algumas informações que guardei e achei esta interpretação sobre o livro e gostaria de dividir com vocês!

O livro utilizado pelos alunos é do acervo da biblioteca da escola, ele dentre outros foram encaminhados pelo Programa Nacional Biblioteca na Escola, com o objetivo de garantir aos alunos, professores e demais funcionários o acesso à cultura, à informação, estumulando a leitura.





O Pequeno Príncipe é o segundo livro mais traduzido no mundo.

O verdadeiro nome do autor deste clássico é Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry. Foi escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial. Devido a isto seu corpo nunca foi encontrado.

Saint-Exupéry era um exímio escritor em vários assuntos porém, o que chamou a atenção do mundo foi o seu último livro: O Pequeno Príncipe.


O pequeno príncipe é uma obra aparentemente simples, mas, apenas aparentemente. É profunda e contém todo o pensamento e a "filosofia" de Saint-Exupéry. Apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geômetra, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O pequeno príncipe vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranqüilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu descobrir o segredo do que é realmente importante na vida.
É uma obra que nos mostra uma profunda mudança de valores, que ensina como nos equivocamos na avaliação das coisas e das pessoas que nos rodeiam e como esses julgamentos nos levam à solidão. Nós nos entregamos a nossas preocupações diárias, nos tornamos adultos de forma definitiva e esquecemos a criança que fomos.


" O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry


O Pequeno Príncipe foi por Saint-Exupéry um ano antes de sua morte, em 1944. O autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara.

Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede:
"Desenha-me um carneiro"?
É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade.
O principezinho havia deixado seu pequeno planeta, onde vivia apenas com uma rosa vaidosa e orgulhosa. Em suas andanças pela Galáxia, conheceu uma série de personagens inusitados – talvez não tão inusitados para as crianças!
- Um rei pensava que todos eram seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto.
- Um homem de negócios se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo para sonhar.
- Um bêbado bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber.
- Um geógrafo se dizia sábio mas não sabia nada da geografia do seu próprio país.
Assim, cada personagem mostra o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece
.
Isso tudo pode ser traduzido por uma frase da raposa, personagem que ensina ao menino de cabelos dourados o segredo do amor:
“Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.

Antoine de Saint-Exupéry via os adultos como pessoas incapazes de entender o sentido da vida, pois haviam deixado de ser a criança que um dia foram.
Entendia que é difícil para os adultos (os quais considerava seres estranhos) compreender toda a sabedoria de uma criança.
Muitos adultos até hoje se emocionam ao lembrar do livro. Talvez porque tenham se tornado “gente grande” sem esquecer de que um dia foram crianças. “

" Não exijas de ninguém senão aquilo que realmente pode dar."

"Em um mundo que se fez deserto, temos sede de encontrar companheiros."

" Nunca estamos contentes onde estamos."
"Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar."

" Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos."
" Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"
" Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."
" O amor verdadeiro não se consome, quanto mais dás, mais te ficas."


"Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu. Todas as estrelas estão floridas." (Antoine de Saint-Exupéry) "

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